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Moradia T3 em Redondo, Alentejo

Moradia 3 Quartos

3 Quartos 1 Casa de banho 120 m2 de área

Redondo

Referência: C0185-02551

Certificado energético:

Prédio, de traça antiga com um pé direito alto, e com acesso por duas ruas, mesmo no centro da Vila de Redondo. Com uma área de total do terreno de 112 m2 e area coberta de 120m2, 3 quartos, 1 Casa de Banho, Cozinha e Cozinha no exterior com quintal.

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Informação sobre a Vila de Redondo

Redondo é uma vila portuguesa, no distrito de Évora, região Alentejo e sub-região do Alentejo Central, com 5 732 habitantes (2019).

A vila de Redondo é sede do município de Redondo que tem 369,51 km² de área e 7 031 habitantes (2011) e está subdividido em 2 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Estremoz e de Borba, a leste por Vila Viçosa e pelo Alandroal, a sueste por Reguengos de Monsaraz e a oeste por Évora.

Origem e período medieval
A criação do concelho de Redondo por D. Dinis em 1318 insere-se no contexto da guerra civil que então tinha lugar entre o monarca e o seu herdeiro D. Afonso, futuro Afonso IV. Como os municípios alinhavam maioritariamente pelo Infante contra o Rei, este desmembra dois grandes concelhos da região, Evoramonte e Monsaraz, e com uma parte de um e outra de outro, cria, ex-nihilo, o nóvel Concelho de Redondo.

A elevação de terreno onde se situa o Castelo e onde começou o povoado, teria efetivamente um maciço rochoso, o renomado "penedo redondo", tão proeminente que o mesmo constituía na paisagem a delimitação territorial entre aqueles outros dois Concelhos atrás referidos. Dessa forma aparece referida aquela eminência rochosa na Carta de Foral de Monsaraz de 1276, dada por D. Afonso III. Se tivesse havido algum Foral anterior ao de D. Dinis, o qual alterasse aquele, teria o primeiro que ser referido no segundo, o que não acontece de todo. O silêncio documental afirma a condição primeira e inicial do Foral dionisino.

A carta de Foral de D. Dinis ordena ainda a quem venha ocupar a nova povoação que lhe construa castelo, tomando como exemplo o primitivo Castelo do Alandroal.

Em 1381, no contexto das guerras fernandinas contra Castela, a povoação foi saqueada por um corpo auxiliar do exército inglês do conde de Cambridge- Edmundo, do comando do general Maa Borno.

O Foral de D. Dinis foi reformado, na Leitura Nova, por novo Foral, concedido por D. Manuel I em 20 de outubro de 1516.

Património da Coroa, foi a vila de Redondo doada, com todas as suas jurisdições, em 1465 pelo rei D. Afonso V a D. João de Bragança, Marquês de Montemor, que foi Senhor de Redondo até 1483, quando em virtude da conspiração encabeçada pelo 3º Duque de Bragança, D. Fernando II, irmão do Marquês, o Senhorio de Redondo retornou à Coroa, aliás como todos os bens de todos os membros da Casa de Bragança, que foi extinta pelo rei D. João II. Vasco Coutinho, por ter informado D. João II daquela conspiração, foi feito Conde de Borba. Já no reinado de D. Manuel I, e com a restauração da Casa de Bragança, de que Borba fazia parte, em 1500 D. Manuel I trocou a D. Vasco Coutinho, já então Capitão-Mor de Arzila, o senhorio de Borba pelo de Redondo, mantendo a sua condição condal.

No início do século XV, a vila de Redondo, em virtude das guerras com Castela, das epidemias de peste, e das principais vias, a chamada Estrada Real, não passarem diretamente na povoação, encontrava-se praticamente despovoada. Uma tentativa para alterar aquela situação ficou a dever-se a Catarina Pires Folgada, que em 1408 fundou uma albergaria , procurando atrair mercadores que pudessem estar e pernoitar em Redondo. No entanto, só a pedido dos procuradores da vila, nas Cortes de Santarém de 1418 D. João I, tornou desde então Redondo ponto obrigatório para viajantes de Évora, Vila Viçosa e Alandroal, em ambos os sentidos .

Detalhes
  • Preço:  130 000 €  
  • Estado: Venda
  • Área útil:  120  m2
  • Área bruta:  112 m2
  • Estado: Bom
  • 3 Quartos
  • 1 Casa de banho
  • Ano de construção: 1967
  • Certificado energético: E
Prestação Mensal Estimada

130 000 €

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